Da janela ela via
o mundo alegoria passar
Baile de máscaras
farsa das ideologias
guerra de( ir)realidades
no parapeito da janela,
estava fora dessa dança tortuosa
e mais por dentro
do que qualquer dançante
dessa historia!
(Ariadne)
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Eu não sou
minha poesia
e aquele cara
que eu li ,
também não era você
tinha muito eufemismo nas falas
tinha muita metáforas nas formas
tinha muita licença poética
tinha muita imaginação
escondendo o que realmente era
pra ser visto.
Fechei logo o livro e a porta
uma coisa é histórias fantásticas
outra é um homem encharcado de mentiras
(Ariadne)
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Há um asa em meu pulso
Custei a perceber
mas hoje ,
a toda hora
ando sobrevoando a cidade
e lá de cima consigo me ver
em pequenina forma
em grande redemoinho
de sentidos
e inúmeros pensamentos
Os anjos não existem,
fui aos céus e não avistei nenhum
o que existe mesmo
são as asas nos pulsos...
(Ariadne)
Custei a perceber
mas hoje ,
a toda hora
ando sobrevoando a cidade
e lá de cima consigo me ver
em pequenina forma
em grande redemoinho
de sentidos
e inúmeros pensamentos
Os anjos não existem,
fui aos céus e não avistei nenhum
o que existe mesmo
são as asas nos pulsos...
(Ariadne)
domingo, 14 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Despertar
Me sentindo nua de mim
me procurando
e não achando reflexo
em parte alguma
nem sombra de mim
onde onde
onde ando escondida?
parece que adormeci
e qual beijo vai me despertar?
nem traços de mim
me procurando
e não achando
vazio em mim
transparência antes do fim
uma certa dor,que não doí
mais bate na alma
e tanto bate,ate que perfura
talvez, com esse furo
eu olhe pela fresta da alma
e me enxergue lá do outro lado
não estava perdida
estava adormecida em mim.
dine
me procurando
e não achando reflexo
em parte alguma
nem sombra de mim
onde onde
onde ando escondida?
parece que adormeci
e qual beijo vai me despertar?
nem traços de mim
me procurando
e não achando
vazio em mim
transparência antes do fim
uma certa dor,que não doí
mais bate na alma
e tanto bate,ate que perfura
talvez, com esse furo
eu olhe pela fresta da alma
e me enxergue lá do outro lado
não estava perdida
estava adormecida em mim.
dine
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